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terça-feira, 8 de novembro de 2016

PETS Uma história de amor-Parte 2

Olá, tudo bem com vocês?


Voltando a nossa história de adoção dos pets...
Como ficou claro no primeiro post de mesmo tema,Lillo se desenvolveu super bem.
Não tem nenhum problema de saúde.
Ela se tornou acredito que pela forma com que a criamos ,um verdadeiro "cachorro".
Ela é super dócil e apegada a todos nós.
Se saímos ,quando voltamos ela faz uma verdadeira festa. Rola no chão, mia ,se enrosca em nossas pernas ,muita Fofura para uma "gatinha desapegada".
Infelizmente muitos assim como eu já fui um dia,têm grande preconceito com os gatos por esse motivo,acham que eles são insensíveis e interesseiros.
Agora "mãe" de pets eu vejo que eles são reflexo dos donos.
A forma como que os criamos definira como eles nos tratarão.
Mês passado saímos de férias para casa de minha família no interior de São Paulo.
Lá morava com minha mãe minha cadela Cindy uma Cooker,que infelizmente veio à óbito por idade.
Em consequência disso,minha mãe sai alucinada em busca de outro cachorro para adoção. Já que Cindy sempre avisa quando tinha estranhos no portão.
Voltando um pouquinho no tempo...
À 2 amos atrás meu sobrinho andando pela rua do bairro viu um homem jogar do carro um cachorro. Logo ele se aproximou do cachorro para ver se havia se ferido.
Era uma pequena fêmea de Yorkshire.
Em consequência disso ele à levou para casa, e acabaram ficando com ela.
Voltando a mês passado...
Mel a Yorkshire é uma cadela muito dócil e calma,não late por nada.E por esse motivo que minha mãe quis tanto ter outro cachorro.
Ela rapidamente encontrou um para adoção, só se esqueceu que ela já tinha uma fêmea de pequeno porte e o adotado era um macho de médio porte.
Não tendo ficado numa situação razoavelmente complicada ela acabou adotando outro macho de grande porte abandonado em sua rua.
Imagem então a soma... 2 machos e 1 pequena fêmea.
Jamais daria certo.
Foi ai que meu excelentíssimo esposo teve a idéia de adota-la.
Todos concordaram que seria a melhor condição para Mel.
Assim voltamos de viagem com uma cadela.



Nossa viagem correu super tranquila, mesmo sendo apenas 2 horas de viagem eu fiquei tensa com a possibilidade dela passar mal no carro ou ter algum ataque de pânico, nunca se sabe né...
Passado essa etapa,o próximo drama seria a apresentação da Mel para Lillo.
Primeiro porque Lillo havia ficado 7 dias sozinha(uma amiga vinha trocar a areia ,água e ração diariamente) segundo porque ela reinava plena e soberana ,era nossa princesinha felina.
Eu me deparei com a situação que muita mães se deparam quando tem o segundo filho(não entendam mal essa comparação).
Quando chegasse em casa eu teria que fazer a adaptação da Mel,que sofreu muito até ser adotada por minha mãe, e agora mudava de lar novamente...e ainda tinha que adaptar Lillo a chegada de um novo pet.Ela já não seria a única a ter nossa atenção.



Quando chegamos,primeiro meu esposo entrou em casa,à encontrou deu carinho,conversou(sim conversamos com os pets) e em seguida eu entrei sem a Mel fiz o mesmo procedimento... Ai as apresentamos...
Lillo de cara odiou a nova amiga (todos) mas já sabíamos que isso poderia acontecer.
De lá para cá tem sido assim,atenção igual para as duas,porque a mudança e adaptação é para ambas.Por parte da Mel tem sido mais fácil, ela e muito dócil e não encrenca com a Lillo.
Já a Lillo tem ciumes de tudo e sempre que poe da uma patada de leve na Mel.
Nos últimos dias a socialização das duas tem sido melhor.
Lillo já não tem estranhado tanto e até brincam de vez em quando.
Lillo sendo uma digna felina odeia sair de casa,então quando vamos passear com a Mel fico com muita dó de sair com apenas uma.Mas na volta recompensados a Lillo com algum agrado.
Enfim,não é fácil como parece ter adotado dois pets,eles exigem muita atenção e cuidados.
Fora os gastos que não são poucos.
Mas é gratificante o amor que recém os de volta...
Lillo é super apegada a meu esposo e Mel ficou apegada a mim,não sei se de repente é por lembrar de minha mãe. Mas ela se tornou minha sombra.
Helô nessa historia é a tipica "Felícia" ela amas os pets mas acaba forçando a amizade (risos)


De qualquer forma eu apóio e incentivo a adoção de forma consciente.
São tantos bichinhos abandonados a sorte,se pudermos lhes dar um pouco de amor,já é um começo.
E vocês?
Também tem pets?Já adotaram?
Beijus e até a próxima.

domingo, 6 de novembro de 2016

PETS-Uma história de amor!

Olá, tudo bem com vocês?

Em menos de 30 dias nossa gatinha fará 1 ano de vida...
Sempre que posto alguma foto com nossa gatinha Lillo recebo mensagens me perguntando se quando engravidei eu já há tinha...
Então quero falar um pouco sobre como a adoção dos pets tem acontecido em nossas vidas.
Quando digo nossas é porque o cuidado e amor dos pets envolvem toda a família.
Eu,papai e Helô.
Mas vamos lá para o começo de tudo...
Papai sempre teve gato e cachorro em casa.
Mamãe só foi ter um cachorro no fim da adolescência.
Papai sempre preferiu os gatos (Fifi a gatinha da vovó é muito amorosa)
Mamãe sempre preferiu cachorros ( achava que gatos eram sujos e insensíveis)
Helô sempre quis um pet,tanto fazia ser gato ou cachorro, urubu ou papagaio...
Foi então que tudo começou a mudar...



Moramos em um bairro com muitos gatos de rua.Então alguns vizinhos acabam colocando comida e água para eles.
Tem uma gata que passa o dia em nossa garagem,ela é muito arisca então sempre que da cria, ninguém consegue pegar os filhotes para levar a adoção, ou até mesmo pega-la para castração.
No inicio de Dezembro de 2015 ela teve novas crias...
Assim que um vizinho percebeu e foi ver como os filhotes estavam,ela começou a esconder um a um.
Provavelmente nessa mudança de esconderijo, deixou um filhote cair em minha escada para a garagem.
Isso aconteceu no dia 3 de Dezembro de 2015.As 13:15 eu saindo de casa para levar Helô a escola me deparei com uma bolinha branca no degrau.Me assustei com o tamanho,mas fui ver o que era.
O gatinho era menor que a palma de minha mão, não se mexia,não abria os olhos e nem miava.


Levei Helô a escola e na volta resgatei o filhotinho.
Quando vi fiquei horrorizada com a quantidade de pulgas no gato.
Minha primeira ação, foi dar um banho no gatinho,claro que preparei agua quentinha e shampoo Infantil.
Na hora eu não fazia idéia,mas ela deveria ter nascido a pouquíssimo tempo pois ainda havia resíduos da placenta grudados ao corpinho dela.
Dei um bom banho,consegui tirar todas as pulgas...ai papai já estava em casa e me auxiliou.
Pós banho dei leite...Todo mundo da leite para gatos,então achei que era o certo.
Demos  os primeiros socorros a gatinha...até ai já tínhamos identificado que era fêmea,mesmo sendo novinha sabia que era fêmea.
No mesmo dia,fui a Pet shop mais próxima para saber como alimentar e tratar um gatinho tão novo.
O veterinário que esta lá, na verdade ainda era estudante mas ainda assim me auxiliou muito bem.
Nos foi indicado um leite específico para filhotes ( bem parecido com Leite artificial para bebês humanos).
Porém o valor de cada lata saia bem mais caro do que uma para bebê humano.
Então ele me deu outra opção mais em conta porém mais trabalhosa e com um percentual de sucesso indefinido.
A ideia era triturar a ração e adicionar leite desnatado,já que o integral poderia dar diarréia.
Assim foi feito.
Amamentei nossa Lillo com ajuda de uma seringa.
Dava trabalho ,mas foi dando certo.
A cada 2 horas ela tinha de ser amamentada.
E não era só isso,tinha que estimular a urina e fezes também e assim como bebê humano tinha de fazê-lá arrotar.
Ou seja eu tinha um bebê recém-nascido em casa.
Esse processo teve de ser rigoroso no primeiro mês, já que tudo que a rodeava era artificial.Após o primeiro mês, todos surpresos por a pequena gatinha se desenvolver bem,pudemos mudar a rotina,ela já começou  comer ração umedecida e já fazia as necessidades sozinha.Claro que ainda não utilizava a caixa de areia,era muito grande para ela.
Com 45 dias iniciamos os cuidados com a saúde, no caso vermífugo.Com 3 meses demos início as vacinas.
Quando começamos as vacinas mudamos de veterinário e esse que começou a acompanhar a Lillo se surpreendeu pela saúde dela.
Dificilmente um gato sobrevive longe de sua mãe, ainda mais antes mesmo de ter sido amamentado.
Com isso chegamos a conclusão que nada é por acaso.
Eu que nunca gostei de gato é que a encontrei e comecei a cuidar dela como se fosse uma filha.Agora imagine você o apego e amor que tenho por ela.

Em breve a continuação de nossa história...


terça-feira, 20 de setembro de 2016

TOXOPLASMOSE

"A DOENÇA DO GATO"

Olá,tudo bem com vocês?
Hoje falarei de uma dúvida que muitos têm e me perguntam através do Instagram do blog.
Muitos sabem que eu tenho uma gatinha ,a Lillo.E por isso me questionam se quando engravidei já à tinha e como foi?
Não eu ainda não havia adotado a Lillo ,a adoção dela aconteceu recemente.Porém quando eu engravidei a 8 anos atrás eu como muitas pessoas ,por falta de conhecimento eu temia os felinos.Morria de medo de pegar toxoplasmose só de olhar para um rsrs.
Mas com o tempo acabei me informando sobre essa doença.
Então vamos lá esclarecer algumas dúvidas?!!!


Sobre a Toxoplasmose:

Ela é uma doença infecciosa,congênita ou adquirida,causada por um protozoário chamado 
Toxoplasma gondii ,encontrado nas fezes dos gatos e outros felinos.
Homens e outros animais também podem hospedar o parasita,porém o que transmite como mais facilidade são os gatos.

A Toxoplasmose pode ser adquirida por meio de ingestão de alimentos contaminados. Em especial carne crua ou mal passada,principalmente as carnes de porco e carneiro.Alguns vegetais também podem abrigar os cistos do toxoplasma após terem tido contato com as fezes de animais hospedeiros.

Em uma pessoa saudável as ações do parasita ficam inativas dentro do organismo impedindo que ,assim a pessoa volte a ser infectada novamente por ele.

"Esses cistos podem facilmente infectar quase todas as partes do organismo humano,dentre eles  o cérebro, coração e até mesmo os músculos."

Caso a resistência da pessoa seja baixa ou tenha alguma doença que comprometa o sistema imunológico a infecção pode ser facilmente reativada.
A toxoplasmose não é transmitida de uma humano a outro.Porém a situações que podem ser evitadas:

⚫Fezes de gatos e felinos podem contaminar os alimentos;
⚫Transfusão de sangue ou transplante de órgãos ( envolvendo um humano contaminado);
⚫Utensilios de cozinha contaminados(expoxto a fezes de gatos);
⚫Frutas e vegetais mal lavados.




No caso de gestantes a doença pode ser congênita pois pode ser transmitida se mãe a bebê por meio da placenta.
Porém com tratamento específico pode reduzir as chances do bebê nascer com a doença.

Pessoas com Aids/HIV tem o sistema imunológico debilitado sendo vulnerável ao protozoário .
Aqueles que fazem Quimioterapia  também e até mesmo alguns medicamentos podem causar a queda do sistema imunológico.

A toxoplasmose normalmente passa despercebida,porém podemos nos atentar a alguns  sintomas que na verdade são bem parecidos com os da gripe.
Sendo eles: dor de cabeça, coriza,dor no corpo,febre,fadiga e dor de garganta.
Caso a pessoa tenha o sistema imunológico muito debilitado podem surgir além m dos sintomas já citados acima também convulsões,visão turva,infecção respiratória, pneumonia, tuberculose e problemas de coordenação.

Já nos bebês que nascem com a toxoplasmose os sintomas são diferentes. Podendo nascer com pulmões e baço grandes,também podem ter convulsões e o amarelamento BA pele e dentes(na fase de nascimento dos mesmos) além de graves infecções nos olhos.
Raramente é notado e ou apresentado os sintomas em bebês nos primeiros dias de vida.Eles normalmente só acontecem na fase da adolescência.

Com base nessas informações fica claro que o convívio com o animal não é prejudicial nem a gestante nem a qualquer outro ser humano desde que cuidados básicos de higiene sejam adotados.
Indico que a caixa de areia fo gato fique longe SA área de preparo de alimentos ou mesmo conservação dos mesmos,que de firma alguma beije o gato na boca ou compartilhe alimentos com ele já que por sua natureza eles tem o hábito de se higienizar e também que não haja contato com as Patinhas do gato.Entendo que elas são super fofas mas eles caminham na areia em que depositam suas fezes e urina.
Tendo essas noções básicas acredito que pode sim haver um gatinho em casa durante a gestação, até porque eles são como filhos e ninguém abandona um filho quando está a espera de outro não é mesmo?!!


                      Espero que as informações acima ajude de alguma forma.
                                                  Até a próxima!